Se os personagens de uma ficção podem ser leitores ou espectadores, nós, seus leitores ou espectadores, podemos ser fictícios. Em 1833, Carlyle observou que a história universal é um infinito livro sagrado que todos os homens escrevem e lêem e procuram entender, e no qual também eles são escritos. - Jorge Luis Borges, Magias parciais do quixote

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