Essa semana e a próxima estou ocupando minha mente com essa mostra do David Cronenberg:
Dizer que estou adorando, pq tá transbordando minha cabeça de fluxos instáveis!
sábado, 24 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Desperdício pra pensar - Intel Visual Life: Michael Wolff
Muito lindo esse pequeno documentário nas palavras de Michael Wolff um designer que diz muito bem sobre o papel de um criador em design através de sua experiência pessoal. Aqui no seu site ele fala mais um pouco, de A a Z, sobre as questões que acredita ser importantes. Vale a pena dar uma olhada!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Desperdício que Inspira - Hélio Leites
Hélio Leites from Cesar Nery on Vimeo.
Pessoa incrível que tive oportunidade de conhecer no fds passado em visita à Maringá!
Aqui o blog do Unidos do Botão! Pra olhar e suspirar!
A fala sobre tristeza me lembra o poema do Caiero que postei outro dia.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
desperdício especial 11/09
Sim! Hoje é um dia bastante esperado por todos a semana toda passando reportagens, retrospectivas comentadas. De fato, foi um acontecimento que mudou um pouco a política de existência mundial! Eu estou guardando o motivo deste post, desde sexta feira passada! Comprei o jornal como faço toda sexta e me deparo com essa notícia "aterrorizante". Eu tinha tido a ideia de continuar fazendo recortes no jornal para colocar aqui, com aparente inutilidades, além disso, ontem assistindo o filme "Um conto chinês" - filme que vale a pena ver inclusive - mostra que um dos principais personagens coleciona resportagens absurdas de jornais, achei que seria mais um motivo incrível pra continuar nessa busca de disperdícios:
Um livro de colorir é o mais novo centro de polêmica nos Estados Unidos. O livro, que visa a ensinar as crianças sobre os ataques de 11 de setembro de 2001, gerou controvérsia por seu retrato dos muçulmanos e a interpretação dos eventos.
"É nojento", resume Dawud Walid, diretor do Conselho de Relações Americanas-Islâmicas, que lidera a campanha contra o que considera um livro perigoso e irresponsável.
Walid viu o livro e disse que cada menção ou representação dos muçulmanos ou do Islã é acompanhada das palavras terrorista ou extremista. Segundo ele, não há imagens ou referências aos muçulmanos que morreram nos ataques ou que ajudaram no resgate das vítimas.
Ele afirma ainda que o livro não menciona que a vasta maioria dos muçulmanos nos EUA e ao redor do mundo condena o terrorismo.
"É bobo pensar que uma criança que pinta o livro, que nunca teve contato com muçulmanos, sairá desta experiência com qualquer outra coisa que não medo dos muçulmanos ou pensamento de que os muçulmanos são más pessoas", disse Walid à agência de notícias France Presse.
O editor da Really Big Coloring Books, Wayne Bell, insistiu que o livro é um retrato honesto dos atentados.
"Nós dissemos esta verdade e nós a dizemos preto no branco", disse Bell. "Este livro é sobre 19 terroristas diabólicos que assassinaram 3.000 pessoas. Acontece que as pessoas que pilotaram os aviões contra os prédios eram jihadistas muçulmanos radicais."
Bell disse ainda que a equipe realizou extensa pesquisa e entrevistas com parentes de vítimas para escrever o livro. "O tema recorrente que ouvimos é para não fazer um livro que é politicamente correto", disse.
Segundo Bell, as pessoas pediram ainda um livro que fosse patriótico.
Com o título "Nós nunca esqueceremos o 11/09 - O livro infantil da Liberdade", a obra ensina às crianças que "extremistas islâmicos radicais que odeiam a liberdade" atacaram os EUA porque eles "odeiam o modelo americano de vida, porque somos livres".
Walid disse que esta interpretação simplista e populista dos ataques não é verdadeira e cita depoimentos do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, e da comissão do Congresso que investigou os ataques e que concluiu que eles foram motivados pela crença de que a política internacional e a cultura "imoral" dos EUA estavam em guerra com o islã e os países muçulmanos.
Walid criticou ainda o desenho de Bin Laden escondido atrás de sua mulher quando foi morto a tiros por um agente especial dos EUA.
Bell rejeitou as críticas como a tentativa de explorar um "livro inocente" para promover agenda política. Para o editor, contudo, o debate foi muito positivo, elevando as vendas do livro.
Livro infantil sobre ataques de 11/09 irrita muçulmanos nos EUA
"É nojento", resume Dawud Walid, diretor do Conselho de Relações Americanas-Islâmicas, que lidera a campanha contra o que considera um livro perigoso e irresponsável.
Walid viu o livro e disse que cada menção ou representação dos muçulmanos ou do Islã é acompanhada das palavras terrorista ou extremista. Segundo ele, não há imagens ou referências aos muçulmanos que morreram nos ataques ou que ajudaram no resgate das vítimas.
Ele afirma ainda que o livro não menciona que a vasta maioria dos muçulmanos nos EUA e ao redor do mundo condena o terrorismo.
"É bobo pensar que uma criança que pinta o livro, que nunca teve contato com muçulmanos, sairá desta experiência com qualquer outra coisa que não medo dos muçulmanos ou pensamento de que os muçulmanos são más pessoas", disse Walid à agência de notícias France Presse.
O editor da Really Big Coloring Books, Wayne Bell, insistiu que o livro é um retrato honesto dos atentados.
"Nós dissemos esta verdade e nós a dizemos preto no branco", disse Bell. "Este livro é sobre 19 terroristas diabólicos que assassinaram 3.000 pessoas. Acontece que as pessoas que pilotaram os aviões contra os prédios eram jihadistas muçulmanos radicais."
(capa do livro)
Segundo Bell, as pessoas pediram ainda um livro que fosse patriótico.
Com o título "Nós nunca esqueceremos o 11/09 - O livro infantil da Liberdade", a obra ensina às crianças que "extremistas islâmicos radicais que odeiam a liberdade" atacaram os EUA porque eles "odeiam o modelo americano de vida, porque somos livres".
Walid disse que esta interpretação simplista e populista dos ataques não é verdadeira e cita depoimentos do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, e da comissão do Congresso que investigou os ataques e que concluiu que eles foram motivados pela crença de que a política internacional e a cultura "imoral" dos EUA estavam em guerra com o islã e os países muçulmanos.
Walid criticou ainda o desenho de Bin Laden escondido atrás de sua mulher quando foi morto a tiros por um agente especial dos EUA.
(uma das imagens para colorir dentro do livro)
sábado, 10 de setembro de 2011
Livro de maquina - Alberto Caiero
Hoje voltando do cinema, resolvi olhar aquela maquina que vende livros no metrô. Logo me chamou a atenção uma capa toda desenhada de triângulos azuis e marrom. Logo o titulo era: Alberto Caiero. Sempre tive vontade e curiosidade de ler tal pseudônimo de Fernando Pessoal, foi então que consegui meu exemplar por simbólicos R$ 3,00 reais, uma vez que se trata de uma obra grandiosa de grande sensibilidade! Trago aqui um de seus poemas que acredito colaborar como um recorte que atravessa e compõe a construção deste blog.
XXI - Se Eu Pudesse
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe uma paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembra-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
Alberto Caiero
XXI - Se Eu Pudesse
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe uma paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembra-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
Alberto Caiero
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Desperdício que inspira!
Documentário Helen Rödel - Estudos MMXI (english subtitles) from Helen Rödel on Vimeo.
A coisa mais linda do meu dia que ganhei de presente da Jú!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
E os novos Back Street Boys... na janela do meu quarto!
Simmmmm!! Fui acordada por um enxame de adolescentes enlouquecidos por uma banda koreana (eu nunca tinha ouvido falar) que fez a bondade de se hospedar no hotel em frente a minha janela!
Dai vou ver o vídeo da banda e é isso:
Curti o estilo andrógeno, a make de dar invejinha em qualquer amiga hem??
Já os fans......???
Ah é, o que eu trouxe pra nossa coleção, do estilo "Mate um koreano e seja feliz":
MBLAQ fazendo S2
MBLAQ dando tchauzinho pros fans enlouquecidos
Uma pessoa quase caindo da janela do hotel pra tirar uma foto deles
Tia estilo indo pra feira e tentando entender o movimento!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Cildo Meireles
Exposição Projeto Ocupação
Instalação rio oir
dom 21 de ago - dom 02 de out 2011 - Itaú Cultural São Paulo - SP
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Desperdício diário (1)
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